Política - O País - A verdade como notícia - Page 2 https://opais.co.mz/politica/2/ O País – A verdade como notícia Início Política Economia Sociedade Internacional Desporto Cultura Eleições gerais Opinião Dossier Covid-19 Operação Tronco Ciclone IDAI Dívidas Ocultas Especial Mozefo Young Leaders 2018 Autárquicas 2018 Moztech 2018 Mozefo STV 15 Anos Vídeos Menu Início Política Economia Sociedade Internacional Desporto Cultura Eleições gerais Opinião Dossier Covid-19 Operação Tronco Ciclone IDAI Dívidas Ocultas Especial Mozefo Young Leaders 2018 Autárquicas 2018 Moztech 2018 Mozefo STV 15 Anos Vídeos Augusto Paulino nomeado para Conselho Superior de Magistratura Judicial O País 12 de Novembro, 2025 20:10 O Presidente da República, Daniel Chapo, designou, por Despacho Presidencial, Augusto Raúl Paulino para o cargo de membro do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ). O Conselho Superior da Magistratura Judicial é o órgão máximo responsável pela gestão, disciplina e orientação da magistratura judicial, abrangendo nomeações, promoções, transferências e a Augusto Paulino nomeado para Conselho Superior de Magistratura Judicial O País 12 de Novembro, 2025 20:10 O Presidente da República, Daniel Chapo, designou, por Despacho Presidencial, Augusto Raúl Paulino para o cargo de membro do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ). POLÍTICA , SLIDES Chapo defende justiça ambiental para países vulneráveis O Presidente da República, Daniel Chapo, defendeu hoje, em Belém, Brasil, durante a sessão plenária da 30a Edição da Cimeira dos Líderes Mundiais sobre Acção Climática (COP 30), decisões globais “corajosas e transformadoras” para enfrentar a crise climática, sublinhando necessidade de financiamento justo e acessível para países mais vulneráveis. O Chefe do Estado alertou para a urgência da acção multilateral, destacando que “o tempo de agir é agora” e que Moçambique necessita de mais de 37 mil milhões de dólares para alcançar resiliência climática plena. Ao citar o Papa Francisco no início da sua intervenção, o Presidente moçambicano reforçou o carácter crítico do momento que o mundo atravessa: “O tempo para buscar soluções globais está se esgotando. Só encontraremos soluções adequadas se agirmos juntos e em acordo.” Segundo disse, a reunião deve ser tratada como prioritária, por dizer respeito “à nossa casa comum, a mãe Terra.” O estadista agradeceu ao Governo e ao povo do Brasil pela organização da conferência e destacou o simbolismo de realizar o encontro no centro da Amazónia. “Estamos reunidos no pulmão do planeta”, afirmou, acrescentando que Belém deve inspirar decisões que assegurem uma exploração sustentável dos ecossistemas globais. O Presidente Chapo descreveu um cenário internacional marcado por crises interligadas, como conflitos, eventos climáticos extremos, fluxos migratórios e estagnação no financiamento ao desenvolvimento. “Estes desafios exigem mais do que palavras, exigem acção concertada e solidariedade multilateral renovada”, afirmou. Recordou ainda que passaram mais de três décadas desde a Cimeira do Rio e frisou que, embora haja avanços, o ritmo de implementação dos compromissos climáticos é insuficiente para limitar o aquecimento global a 1,5oC. “Cada fracção de grau importa e cada acção ou omissão tem consequências reais”, avisou. Sobre Moçambique, o Presidente da República destacou a elevada vulnerabilidade às mudanças climáticas, lembrando que os ciclones Chido, Dikeledi e Jude “deixaram um rasto de destruição” e tiraram mais de 220 vidas nos últimos dois anos. Para atingir resiliência climática, afirmou, o país necessita de cerca de 37,2 mil milhões de dólares, valor que “traduz o custo da adaptação, mas também o valor da esperança de milhões de moçambicanos”. Apesar dos desafios, o governante destacou progressos nacionais, incluindo a Iniciativa de Preservação da Floresta do Miombo, a implementação das Contribuições Nacionalmente Determinadas, programas REDD+ e a aprovação da Estratégia Nacional de Financiamento Climático 2025–2034. “A nossa NDC revê em baixa as emissões em 50 por cento face ao cenário „business as usual”, disse, realçando que o país está aberto à cooperação e ao investimento verde. O estadista apelou ao cumprimento das promessas de financiamento climático, com destaque para o Fundo de Perdas e Danos, e pediu maior acessibilidade aos mecanismos financeiros internacionais. “A equidade climática deve reconhecer o direito dos países africanos ao desenvolvimento”, defendeu, reiterando a necessidade de uma transição energética justa que permita uso sustentável dos recursos naturais. O Chefe do Estado evocou também o princípio moral que orienta a responsabilidade intergeracional: “Nós não herdamos a Terra de nossos antecessores, nós pegámo-la emprestada de nossas crianças.” Expressou ainda esperança de que a COP30 produza “compromissos renovados, acções concretas e uma visão partilhada de esperança”, reafirmando que Moçambique “continuará a fazer a sua parte, com determinação e sentido de responsabilidade, competência e urgência”. O País 7 de Novembro, 2025 10:34 POLÍTICA , SLIDES Governo propõe revisão do regime jurídico dos seguros em Moçambique A Ministra das Finanças, Carla Louveira, apresentou hoje no Parlamento a proposta de Lei de Autorização Legislativa para a revisão do Regime Jurídico dos Seguros, aprovado originalmente pelo Decreto‑Lei nº1/2010, de 31 de Dezembro. O instrumento legal visa actualizar e modernizar as regras do sector segurador, alinhando-as com as práticas internacionais e respondendo às exigências do mercado moçambicano. Entre os principais objectivos estão a maior transparência nas operações das seguradoras, protecção dos consumidores e estímulo ao crescimento económico através do fortalecimento do sector. O regime jurídico actual regula o exercício da actividade seguradora e de resseguro, estabelece os direitos e deveres dos tomadores de seguros, define regras para a declaração de risco e determina a supervisão do sector pelo Instituto de Supervisão de Seguros de Moçambique (ISSM). Com a revisão, espera-se que os contratos de seguro se tornem mais claros e acessíveis aos cidadãos, proporcionando melhor proteção e mecanismos de reclamação. Para as empresas, a alteração pode abrir caminho a novos produtos, maior segurança jurídica e acesso facilitado ao mercado. A proposta segue agora para debate parlamentar, onde os deputados vão analisar os detalhes e discutir possíveis alterações. Laves Macatane 6 de Novembro, 2025 10:34 POLÍTICA , SLIDES Daniel Chapo participa na COP30 no Brasil O Presidente da República, Daniel Chapo, já encontra-se em Belém, Estado do Pará, Brasil, onde vai participar na 30ª Edição da Cimeira dos Líderes Mundiais sobre Acção Climática (COP30), marcada por debates sobre financiamento climático, transição energética e adaptação às mudanças globais. A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Maria Manuela Lucas, apresentou, na quarta-feira, em conferência de imprensa, a agenda oficial do Chefe do Estado, destacando a natureza estratégica da missão presidencial no domínio climático e econômico. A governante referiu que o Presidente Chapo está em Belém para participar activamente nas sessões de alto nível da COP30 e cumprir uma agenda diplomática intensa, a qual, segundo afirmou, coloca Moçambique no centro das discussões globais sobre o clima, o desenvolvimento sustentável e a cooperação internacional. Entre os principais compromissos, o estadista moçambicano será recebido pelo Presidente da República Federativa do Brasil, Lula da Silva, com quem abordará “projectos de cooperação estrutural, energias renováveis, agricultura resiliente e oportunidades de diversificação económica entre Moçambique e Brasil”. A agenda inclui igualmente encontros com os chefes de Estado dos Países Baixos e da Noruega, dois parceiros relevantes no apoio ao financiamento climático e iniciativas de adaptação. “Vários países solicitaram audiências com o Presidente Chapo, demonstrando o interesse crescente em fortalecer o diálogo político e a cooperação com Moçambique, sobretudo nas áreas de adaptação climática e gestão de recursos naturais”, sublinhou a ministra. Nos dias 6 e 7 de Novembro, o Presidente da República manterá encontros com dirigentes de empresas e instituições estratégicas brasileiras, com destaque para a Petrobras, Embraer e Odebrecht. “Acreditamos que o Brasil pode ser um parceiro central na inovação tecnológica, na indústria e na transição energética”, disse Maria Manuela Lucas. Outro ponto da agenda será o encontro com a comunidade moçambicana em Belém, composta maioritariamente por estudantes. “Embora aqui em Belém tenhamos cerca de vinte estudantes, no conjunto do Brasil existem aproximadamente 600 jovens moçambicanos em formação. É importante para o Governo manter este contacto directo e ouvir as suas preocupações e aspirações”, explicou a ministra. A visita inclui ainda uma sessão académica, que será dirigida pela Secretária de Estado para as Comunidades no Exterior, com estudantes moçambicanos deslocados a Belém no primeiro dia da cimeira. Ao abordar a participação de Moçambique no fórum global, a ministra recordou que o país tem experiência concreta em enfrentar eventos climáticos severos e defenderá propostas de resiliência e financiamento. “Somos um dos países mais afectados pelas mudanças climáticas. Apenas em quatro meses, entre 2024 e 2025, enfrentamos quase três ciclones. Por isso, Moçambique vem à COP30 com propostas firmes, resultados a apresentar e vontade de aprender com outras nações”, afirmou. A delegação moçambicana é composta por membros do Governo e instituições nacionais que participarão em paineis técnicos sobre agricultura sustentável, tecnologias de adaptação, transformação digital e mercados de carbono. A ministra concluiu que a presença do Presidente Chapo em Belém “reforça o compromisso de Moçambique com as soluções climáticas globais, a diplomacia económica e a projecção internacional do país” O País 6 de Novembro, 2025 10:08 POLÍTICA África deve agir com urgência para travar dias piores na Tanzânia, alertam analistas A Tanzânia, historicamente vista como um dos países mais estáveis de África, mergulhou numa nova crise política e social após a reeleição da presidente, Samia Suluhu Hassan. O processo eleitoral, marcado por protestos violentos, repressão policial e denúncias de fraudes, resultou em centenas de mortos e feridos, colocando o país no centro das atenções internacionais e levantando sérias preocupações sobre o futuro da democracia no continente. As imagens de manifestantes sendo dispersos com violência, o bloqueio das redes sociais e as detenções arbitrárias de líderes opositores estão a correr o mundo. Manchetes internacionais como “A mais nova ditadora feminina em África” e “Massacre na Tanzânia” reflectem a indignação e o espanto global diante da escalada de tensão no país. Em Moçambique, analistas políticos reagiram com preocupação, descrevendo o que consideram ser um retrocesso grave no processo democrático tanzaniano. Para o analista Marcelino Pangaia, o que se observa “não é apenas um conflito eleitoral, mas sim a demonstração clara de que o poder político continua a ser exercido em muitos países africanos de forma autoritária e sem respeito pelas regras democráticas”, alerta. “O que estamos a assistir na Tanzânia é o enfraquecimento das instituições democráticas e o regresso de práticas de repressão e silenciamento da oposição. É um quadro vergonhoso e profundamente preocupante para o futuro político de África”, sublinhou Pangaia. O politólogo, Luca Bussotte, aponta que os acontecimentos recentes constituem um momento sombrio e devem servir de alerta para todo o continente, lembrando que a democracia em África continua a enfrentar desafios estruturais graves. “Esta crise sombria mostra o quanto ainda somos vulneráveis. Falta-nos maturidade política, instituições sólidas e mecanismos de transição pacífica de poder. A cultura da violência e do medo, enraizada em muitos governos, ameaça destruir os frágeis avanços democráticos que se alcançaram nas últimas décadas”, advertiu Bussotte. Para o analista, a situação tanzaniana é “um espelho onde muitos países africanos deveriam olhar-se”. Ele reforça que, sem vontade política e sem pressão da sociedade civil, a alternância democrática continuará a ser uma miragem. O analista, Alves Mulungo, vê com algum optimismo a reacção inicial da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), que emitiu uma nota a apelar à calma e ao respeito pelos direitos humanos. No entanto, alerta que é preciso ir além dos comunicados de circunstância. “A SADC precisa de deixar de ser um mero observador e assumir-se como um verdadeiro mediador regional. É necessário agir antes que os conflitos atinjam dimensões incontroláveis. A diplomacia preventiva é a chave para evitar tragédias como esta”, afirmou Mulungo. O especialista destacou ainda que a crise tanzaniana expõe “a fragilidade dos mecanismos de integração regional africana”, que muitas vezes se mostram impotentes perante situações de instabilidade política nos seus Estados-membros. FORTALECER SISTEMAS ELEITORAIS EM ÁFRICA Na mesma linha, o analista Jaime Saia, considera que o que se passa na Tanzânia “não é um caso isolado, mas sim parte de um ciclo contínuo de erosão democrática” que se tem repetido em várias nações africanas. “Vemos o mesmo cenário em países diferentes: líderes que se perpetuam no poder, eleições contestadas, repressão da oposição e silêncio das instituições regionais. A Tanzânia é apenas mais um exemplo trágico dessa tendência”, frisou Saia. Para o especialista, a crise serve como um alerta urgente para que os países africanos invistam na educação cívica, no fortalecimento dos sistemas eleitorais e no respeito pelo Estado de Direito. Os analistas moçambicanos convergem na ideia de que a África precisa repensar o seu modelo de governação, reforçando os pilares democráticos e a protecção dos direitos humanos. A violência política, afirmam, tornou-se uma “linguagem comum” que mina a credibilidade dos governos e afasta os cidadãos da participação cívica. “Sem democracia efectiva, sem justiça e sem respeito pela vontade popular, o continente continuará refém da instabilidade. Precisamos de líderes comprometidos com o povo e não com o poder”, concluiu Marcelino Pangaia. Os observadores internacionais alertam para riscos de isolamento diplomático, colapso da confiança internacional e agravamento das tensões internas, caso o governo não adopte medidas urgentes de reconciliação. Enquanto as ruas de Dar es Salaam e Dodoma continuam sob forte presença militar, famílias choram as vítimas da repressão e líderes regionais buscam soluções diplomáticas. O País 4 de Novembro, 2025 17:43 POLÍTICA , SLIDES Chapo diz que país ressente-se ainda dos efeitos tensão pós-eleitoral O Presidente da República, Daniel Chapo, informou hoje, em Maputo, que os recursos que deveriam ser investidos no desenvolvimento do país ainda estão a ser usados para repor o que foi destruído nos protestos eleitorais. É já nesta quarta-feira que se assinala o Dia da Legalidade. A esse propósito, os órgão de administração da Justiça saudaram, nesta terça-feira, o Presidente da República. Daniel Chapo voltou a falar dos efeitos dos protestos pós-eleitorais. “A reconstrução do que foi destruído, desviando recursos que são por si escassos, que deviam estar a ser aplicados para outros bens que podiam permitir o desenvolvimento e o avanço do país e que neste momento são utilizados para novas edificações e mais apetrechamento em recursos humanos, patrimoniais e materiais que foram destruídos durante as manifestações violentas, neste momento está a exigir um esforço redobrado do Governo a nível central, provincial, distrital, posto administrativo e das localidades, da sociedade moçambicana e dos seus parceiros de desenvolvimento”, revela Daniel Chapo. Os desafios não são somente esses. Há muitos outros que Daniel Chapo diz necessitarem de uma acção coordenada dos órgãos da administração da justiça. “Persistem, igualmente, desafios de grande complexidade como os raptos, o tráfico de drogas, de órgãos e seres humanos, o terrorismo na província de Cabo Delgado (distritos da zona norte), a corrupção, o branqueamento de capitais, os crimes contra a fauna e flora, contra o ambiente e a justiça privada. Todos estes fenómenos reclamam uma resposta coordenada e firme dos órgãos de administração da justiça”, lançou o desafio o Chefe de Estado. Os acidentes de viação, que têm ceifado vidas dos cidadãos moçambicanos e semeado luto, entram também na lista dos desafios arrolados por Chapo. No seu entender, a legalidade pode ajudar a solucionar também este problema. Entre as personalidades que participaram do encontro com o Presidente da República, o destaque vai para presidentes dos tribunais Supremo e Administrativo, Provedor de Justiça, ministros, comandante da PRM, e outras. Clemêncio Fijamo 4 de Novembro, 2025 14:35 POLÍTICA , SLIDES PR reafirma compromisso de cooperação entre Moçambique e Tanzânia O Presidente da República, Daniel Chapo, afirmou hoje em Dodoma que a participação de Moçambique na tomada de posse da Presidente eleita da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, representa o reconhecimento de uma amizade enraizada na história comum dos dois povos e o compromisso de continuar a fortalecer os laços de cooperação entre Maputo e Dodoma. O Chefe do Estado moçambicano participou na cerimónia na qualidade de Convidado de honra, testemunhando o acto que marca a renovação do mandato presidencial da líder tanzaniana e reafirma a profundidade das relações políticas e históricas entre os dois países vizinhos. Em declarações à imprensa, Daniel Chapo recordou que as relações entre Moçambique e a Tanzânia têm raízes profundas na luta de libertação nacional. “A relação entre o povo moçambicano e o povo da Tanzânia é histórica. Como sabem, a Frente de Libertação de Moçambique [FRELIMO], o movimento libertador na altura, hoje partido, foi formada na Tanzânia a 25 de Junho de 1962”, sublinhou. O estadista moçambicano destacou o papel determinante da Tanzânia no apoio à independência de Moçambique e à construção do Estado moçambicano. “E, muito antes, sempre tivemos o apoio da Tanzânia”, afirmou, reconhecendo a solidariedade e o espírito de irmandade que marcaram as relações entre os dois povos desde os primórdios da luta pela liberdade. O Chefe do Estado explicou que a presença na cerimónia constitui um gesto de solidariedade e amizade em nome de todos os moçambicanos. “E nós não podíamos faltar num momento especial que é a tomada de posse da Presidente eleita”, referiu. Outrossim, acrescentou que a ocasião constitui também uma oportunidade para reforçar a cooperação bilateral em vários domínios estratégicos, incluindo o comércio, os transportes, a energia e a segurança regional. “Nós achámos que era muito importante estarmos aqui em nome do povo moçambicano, mas também para, cada vez mais, solidificar as relações de amizade e cooperação que existem entre os dois povos”, afirmou. A cerimónia de investidura, realizada na capital política Dodoma, reuniu chefes de Estado e de Governo de vários países africanos e representantes de organizações regionais e internacionais. Durante a sua estada no país vizinho, Daniel Chapo manteve contactos com a sua homóloga tanzaniana e com outros dirigentes presentes, reiterando o empenho de Moçambique em aprofundar a cooperação bilateral, com destaque para as áreas da economia, infra-estruturas, educação, energia, segurança e desenvolvimento transfronteiriço. O País 3 de Novembro, 2025 19:27 POLÍTICA ANAMOLA marcha este sábado em Maputo O partido ANAMOLA realizou, este sábado, uma marcha de saudação à direcção daquela formação política, na cidade de Maputo, que culminou com a actividade de inscrição de novos membros na Praça dos Trabalhadores. Os primeiros passos da marcha, que tinha como destino a Praça dos Trabalhadores, na baixa da cidade, começaram na Praça dos Combatentes, seguindo pela Avenida das FPLM. Descrita como uma marcha de saudação ao partido na capital, o movimento reuniu membros e simpatizantes do ANAMOLA de todas as idades. Com cânticos e punhos no ar, jovens e mulheres aproveitaram o momento para expressar as suas preocupações. De longe, moradores assistiam das suas casas, enquanto outros dançavam pelas ruas. A direção do partido afirma que, para além de uma mera saudação, o movimento visa também reactivar as forças internas. O partido, recentemente oficializado, diz ter sido recebido de braços abertos pelos citadinos da capital. Além da Avenida das FPLM, o percurso incluiu a Rua Polana Caniço B, Vladimir Lenine, Rua da Malhangalene, Joaquim Chissano, Milagre Mabote, Eduardo Mondlane e Guerra Popular, antes de chegarem à baixa da cidade, onde decorreu um comício popular e o registo de novos membros. O País 1 de Novembro, 2025 18:24 POLÍTICA , SLIDES Chapo felicita presidente eleita da Tanzânia O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma carta de felicitação à Presidente eleita da República Unida da Tanzânia, Samia Hassan Suluhu, por ocasião da sua reeleição. Na sua mensagem, o Chefe do Estado manifesta imensa satisfação ao felicitar a sua homóloga tanzaniana, sublinhando que, em nome do povo e do Governo de Moçambique, bem como em nome próprio, apresentava as mais calorosas e sinceras felicitações pela sua reeleição como Presidente da República Unida da Tanzânia. “A expressiva vitória obtida constitui um testemunho inequívoco da elevada confiança e do profundo apreço que o povo tanzaniano deposita em Vossa Excelência, em reconhecimento da vossa firme e visionária liderança e dos significativos progressos alcançados pelo vosso país nas esferas política, económica e social”, refere. A mensagem sublinha que esta reeleição reflecte, igualmente, o compromisso inabalável da Presidente tanzaniana com o desenvolvimento sustentável, a prosperidade e a defesa dos interesses da nação, tanto no plano interno como na arena da diplomacia internacional. Daniel Chapo reafirma a sua total disponibilidade para continuar a trabalhar em estreita colaboração com a Presidente Samia Suluhu, com vista a aprofundar as históricas e fraternas relações de amizade, solidariedade e cooperação entre Moçambique e a Tanzânia, bem como o seu firme empenho em reforçar a cooperação e a colaboração a nível multilateral e regional, no âmbito da SADC, da União Africana, das Nações Unidas e de outros fóruns internacionais de interesse comum e estratégico. O Chefe do Estado concluiu a sua mensagem reiterando votos de contínuo sucesso à homóloga no exercício das suas “nobres e elevadas funções” ao serviço da nação tanzaniana. O País 1 de Novembro, 2025 17:42 POLÍTICA , SLIDES PR apela aos jovens a assumirem protagonismo no desenvolvimento sustentável em África O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou hoje uma mensagem por ocasião do Dia da Juventude Africana, celebrado sob o lema “Da Aspiração à Acção: Juventude como Agente da Justiça Reparatória e do Desenvolvimento Sustentável”. O Chefe do Estado sublinha que esta é “uma data que nos convida a celebrar a energia, a criatividade e a coragem que caracterizam a juventude do nosso continente”, constituindo também “um momento de reflexão sobre o papel transformador dos jovens na construção do futuro de África”. Na sua mensagem, o Presidente Chapo destaca que o lema deste ano constitui um apelo à acção e um chamamento à juventude africana, que representa cerca de 40 por cento da população do continente, para assumir com firmeza o seu papel na construção de uma África próspera, justa e sustentável, conforme o ideal sonhado pelos 1,5 biliões de africanos. Assinalando, igualmente, que a efeméride ocorre no ano em que Moçambique celebra o seu 50.º aniversário da independência, o Chefe do Estado exorta a juventude moçambicana a integrar-se plenamente “nesta maratona africana pela justiça reparatória e pelo desenvolvimento sustentável”, contribuindo activamente para a consolidação da Independência Económica, cujos alicerces estão a ser implantados desde Janeiro de 2025. Daniel Chapo apela aos jovens a não se posicionarem “como meros espectadores do processo de transformação do nosso continente”, encorajando-os a serem “líderes e protagonistas dessa mudança, como agentes do desenvolvimento sustentável, defensores dos valores da paz, da justiça, da democracia e dos direitos humanos”. Reitera ainda o apelo “à não-violência, ao diálogo e à convivência pacífica”, convidando os jovens moçambicanos a participarem activamente no Diálogo Nacional Inclusivo, em curso no país, pois, como enfatizou, “é falando que as pessoas se entendem”. Reconhecendo os desafios que a juventude enfrenta, o estadista reafirma o empenho do Governo na implementação de políticas públicas que promovem “o emprego, o empreendedorismo, a educação técnica e profissional, o acesso à tecnologia, ao crédito e à terra, sem distinção de género, filiação partidária ou condição social”. Outrossim, sublinha que o Executivo continuará a construir um Moçambique onde a juventude não seja apenas beneficiária, mas também parceira e protagonista na concepção e execução das políticas que moldarão o futuro de Moçambique. No final da sua mensagem, o Presidente da República exorta a que este Dia da Juventude Africana renove em cada jovem moçambicano o compromisso de transformar aspirações em acções, e de fazer de África, particularmente Moçambique, espaço onde a justiça, a prosperidade e a esperança sejam a base do progresso colectivo. O País 1 de Novembro, 2025 15:34 Ver Mais + LIDAS Siga nos Facebook Twitter Instagram Informação Início Econimia Internacional Cultura Entrevista Vídeos Política Sociedade Desporto Opinião Dossier Galeria Canais & Produtos STV STV Notícias SFM MOZTECH MOZEFO MOZKIDS PMEs Canais & Produtos Menu Newsletter Assinatura Ficha Técnica Política de Privacidade Termos e Condições Vídeos CONTACTOS Tef: +258 85 314 0606 Email: [email protected] Local: Rua Timor Leste, 108 Baixa Maputo- Moçambique STV STV Notícias O País SFM Sobre nós Media Projectos Responsabilidade Social Contactos Política de Privacidade Termos & Condições Usamos cookies em nosso site para fornecer uma experiência mais relevante, lembrando suas preferências e visitas repetidas. Ao clicar em “Aceitar”, concorda com a utilização de TODOS os cookies. Cookie settings Aceitar Manage consent Fechar Privacy Overview This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. 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