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no momento em que o celebrante oferece o pão e o vinho). “Aquela oblata da inocência há de comover ao Senhor”. – Oferta distingue-se de oblata em ser coisa que tanto se pode oferecer a Deus como a outro ente. “Dou-
-lhe esta flor como oferta do meu coração”. “A esmola é mais oferta feita a Deus que ao pobre”.

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OCO, vazio, côncavo, vão, vácuo. – Os três primeiros vocábulos deste grupo “são sinônimos quando exprimem a ideia de corpo escavado, ou em que se nota um espaço no qual falta matéria líquida ou sólida. Côn-

cavo designa uma qualidade, ou uma circunstância própria da figura determinada do corpo; é oposto a convexo. – Oco é puramente a negação da solidez do corpo, seja qual for sua figura. Assim, côncavo e oco diferem; pois que um corpo, cujas superfícies internas forem planas, é oco, e não é côncavo. – Vazio supõe uma negação acidental daquelas coisas que o corpo oco pode ou costuma conter, e não contém atualmente; e nisto bem difere de oco, vocábulo que, como vimos, supõe uma negação positiva, não do que pode conter distinto da sua matéria, mas da sua própria matéria, por cuja falta lhe não compete a propriedade da solidez. É oco um balão de vidro, porque está construído de modo que só tem a matéria suficiente para formar sua superfície esférica; e sempre será oco seja qual for a forma de sua superfície interna – quadrada ou côncava. Vazio só tem relação com o que costuma ou pode conter o corpo; côncavo tem relação com a forma, e oco tem relação com o espaço. Uma borracha de goma elástica é oca, côncava, e pode estar vazia: enchendo-a de água, deixa de estar vazia; apertando-a convenientemente para lhe dar uma figura angular, deixa de ser côncava; e comprimindo-a até que sua superfície interna se toque por todos os pontos, deixa de ser oca”. – Vácuo é mais termo científico, e exprime precisamente a completa ausência do próprio ar. Por extensão aplica-se também por vazio, para significar o espaço desocupado, a ausência de outra matéria que não seja o ar. “Perdem-se na vácua imensidade...”

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OMITIR, suprimir, cortar, elidir, eliminar, cancelar. – Omite-se alguma coisa quando se deixou de indicá-la, de incluí-la, de mencioná-la. Suprime-se alguma coisa quando se retira essa coisa do lugar em que estava com outras. – Corta-se quando se suprime

separando, rescindindo, como destacando porção de alguma coisa por meio de instrumento de gume. Elide-se quando se suprime para abreviar. – Elimina-se quando se risca, se põe fora, se exclui ou se faz sair. – Cancela-se quando se risca, e se apaga, para que não tenha efeito, para que fique como se nunca tivesse existido. – Contou-me a história omitindo o nome do herói. – Suprimiu da relação o nome do mais digno. – Cortou do artigo muita coisa inútil. – Elidiu da frase aquela letra. – Foi eliminado do clube por indigno. – Cancelou-se a nota por injusta.

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ONDA, vaga, vagalhão, escarcéu, marouço. – Onda dizemos da forma ondulada que a água toma ao mover-se, elevando-
-se e baixando-se sucessiv