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, como fonte comum, eles emanam. – Deduzir é tirar consequência ou raciocinar segundo o método de dedução, que também se chama sintético; o qual consiste em tirar uma consequência particular de um princípio geral. – Inferir é tirar consequência sem seguir rigorosamente nenhum dos métodos anteriores, nem atender ao enlace das ideias, desprezando os intermédios e só olhando aos extremos, fundando-se em relações às vezes imaginárias, e, se verdadeiras, sem se haverem submetido a um rigoroso exame. Não se pode pedir provas ao que faz uma exata indução, ou uma rigorosa dedução; porque, em si mesma, as leva; será preciso, porém, pedi-las ao que se contenta com inferir, para que deste modo se obrigue a fazer uma indução, ou uma dedução. O que conclui apoia-se em princípios demonstrados, ou tidos como tais, e cujo enlace é ou parece necessário”. – Coligir é “inferir ligeiramente e sem grandes fundamentos, à vista do que parece”. “Do que disse o ministro colige-se que não há perfeita harmonia no gabinete” (isto é – percebe-se, é-se levado a crer).

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CONCLUSÃO, consequência, indução, dedução, ilação, inferência. – “A proposição – diz Bruns., referindo-se aos quatro

primeiros vocábulos do grupo – tirada de outras proposições, que se chamam premissas, toma umas vezes o nome de conclusão, outras o de consequência. Tal proposição denomina-se conclusão quando a consideramos em si própria, apenas sob o aspeto da verdade ou da não verdade do arrazoamento produzido, e abstraindo dela toda ideia de ligação com as premissas. A mesma proposição denomina-se consequência quando a consideramos inversamente; isto é, não quanto à verdade ou falsidade do juízo que ela exprime, e sim como dimanada das premissas. Este nosso modo de considerar é que frequentemente pode ser forçado. A conclusão pode ser verdadeira apesar de ser má a consequência; e vice-versa – a conclusão pode ser falsa, apesar de ser boa a consequência. A conclusão será verdadeira conquanto seja má a consequência, se a proposição que se segue às premissas, mesmo sem derivar-se precisamente destas, enuncia uma verdade incontestável. Pelo contrário: a conclusão será falsa, ainda que seja boa a consequência, quando a proposição que se segue às premissas, conquanto destas derive precisamente, enuncia um juízo falso: o que implica que as premissas, ou pelo menos uma é falsa. Quando a conclusão é verdadeira e a consequência má, deve negar-se a consequência – o que se pode fazer sem negar em nada a verdade da conclusão, posto que em tal caso a negação não recaia senão sobre a ligação lógica das premissas com a proposição que se tira delas. Quando, no sentido inverso, a conclusão é falsa e a consequência boa, pode conciliar-se a consequência rechaçando a conclusão, posto que aquilo que se concilia não tenha que ver senão com a ligação das premissas com a proposição que se tira delas, e nada com o valor da proposição em si. Para um raciocínio ser perfeito, é preciso que todas as suas proposições sejam verdadeiras