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e ao nascer, e que continua alguns minutos depois do pôr do sol.
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ALVO, fito, fim, escopo, mira, objeto, intento, intenção, propósito. – Alvo é “o ponto que se quer atingir ou onde se quer

acertar”. – Fito é “o alvo sobre o qual temos toda a nossa atenção e esforço”. – Fim é “o ponto a que se quer chegar, a que levamos o nosso intento, a que se destina o nosso trabalho”. – Escopo é muito próximo de alvo e de fim, e também de mira. No grego skopós, que significa “ponto ou fim que se colima”, figura a raiz skeh, que sugere ideia de observar, examinar: é portanto escopo “aquilo que se visa, que se tem por fim atingir”. – Mira é mais propriamente “o ato de fitar o alvo”. Ter em mira quer dizer “desejar, pretender, ter os olhos sobre...” – Objeto é “tudo que está fora de nós, que é estranho ao eu, e que no momento prende a nossa atenção”. Pode ser físico ou moral. – Intenção e intento significam “o desígnio que nos leva a agir, o propósito que temos formado, a determinação em que estamos de fazer alguma coisa”. Intento é propósito mais firme e seguro, resoluto, decisivo do que intenção, que é apenas o estado de espírito em que estamos, ou a disposição de alma em que nos deixa aquilo que temos desejo ou vontade de fazer. – Propósito é “resolução tomada, firme determinação”.

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ÂMAGO, imo, profundeza, recesso, interior, íntimo, centro, meio, seio, cerne, coração, medula, miolo. – Âmago é propriamente a medula, a parte que fica no centro dos vegetais; e no sentido figurado, é o íntimo das coisas, o mais profundo nos seres, quer morais quer físicos. Dizemos: âmago da alma, âmago da vida. – Imo é também o mais profundo das coisas; mas só se emprega no sentido moral. – Profundeza e recesso, aqui, distinguem-se assim: recesso, além de profundeza, sugere ideia de mistério, de recato, de intenção de ocultar. Aquela dor chegou às profundezas do meu coração; mas dos recessos desta alma não sairão jamais os meus gemidos. – Interior designa sim-

plesmente a parte interna, central de alguma coisa. Interior do coração; interior do país, da floresta, do edifício, da cidade. – Íntimo quer dizer “profundo, recôndito, afastado dos olhos como um mistério”. – Centro e meio, em certos casos poderiam ser usados indistintamente; mas convém nunca esquecer que há entre eles uma diferença tal que se não poderiam substituir em grande número de casos com propriedade. Centro é termo de geometria para designar, num círculo, o ponto que fica a igual distância de todos os pontos da circunferência; ou, numa esfera, o ponto que é equidistante de todas as partes da periferia. Meio, no entanto, aplica-se a tudo que não é lado, extremidade, beira etc. Dizemos: centro da mesa; centro da arena – desde que sejam circulares. Dizemos: meio do caminho; meio da floresta. Poderíamos dizer mesmo: meio da mesa, ainda que fosse redonda; mas neste caso não lhe indicaríamos precisamente o centro, senão ponto afastado da circunferência dela. Uma pessoa mete-se no meio da turba (e não no centro