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o, e substituindo-o por alugar. – Locar = “alugar, dar de aluguel mediante contrato”. Tanto podem locar os proprietários como os que estão no usufruto da coisa locada. – Sublocar = “alugar a outrem uma coisa que se tem tomado a alguém por aluguel”.

2G8
ALUNO, discípulo, educando. – Aluno é o menino que frequenta alguma escola, quer como externo, quer como interno. – Discípulo é o menino que é entregue aos cuidados e esforços de um mestre ou professor, que o instrui e guia. Dizemos também que é discípulo de F. qualquer pessoa que recebeu lições de F. quer de ciência, quer de arte ou de moral. Aluno, portanto, é uma designação que se refere ao estabelecimento onde o menino aprende; e discípulo só se diz com relação ao mestre. “Entre os alunos do colégio tal, ou da aula de música, F. não tem nenhum discípulo”. “Os meus discípulos são os melhores alunos do ginásio tal”. – Educando é sinônimo bem próximo dos dois precedentes: e em muitos casos poderia substituir a um ou outro. Tanto posso dizer: os meus educandos (os meus discípulos, meninos cuja educação me está confiada); como: os educandos do instituto, ou do internato tal (os meninos que estão sendo educados nesse internato). Em outros muitos casos, no entanto, não seria possível a substituição; como, por exemplo, nestes: “Respeito muito os discípulos de Loyola ou de Comte” (não educandos por certo); “Os alunos da minha turma foram aprovados” (decerto que não ficaria bem aqui dizer – educandos).

2GG
ALVA, aurora, alvorada, madrugada, dilúculo, alvor (ou albor), crepúsculo. – “A luz que aparece no horizonte, e vai crescendo e matizando-se de luminosas cores até que o sol o doire com seus brilhantes raios, pode dividir-se pelo pensamento em dois tempos que formam o que vulgarmente chamamos madrugada. Começa o horizonte a fazer-
-se alvo com a aproximação do sol: eleva-se pouco a pouco esta alvura, espalha-se nas regiões etéreas, afugenta as trevas da noite, e com ela se patenteia de novo a formosura do universo. Esta luz suave, ainda não tinta de vivas cores, é a alva, que não cansa nossos olhos, antes lhes dá motivo para se recrearem vendo alvorecer o dia. Matiza-se insensivelmente no horizonte a alvura com a cor cerúlea, rósea, purpurina; entremeia-se o oiro vivo dos apolíneos raios, e em ondas de progressiva luz derrama-se no firmamento, até que o astro do dia mostre seu afogueado limbo: eis a aurora. A aurora, mais brilhante que a alva, e mais benigna que o sol, é – como disse Vieira – o riso do céu, a alegria dos campos, a respiração das flores, a harmonia das aves, a vida e alento do mundo”. (Roq.) – Alvor (ou albor, como é muito usado também) é o primeiro sinal da alva; e alvorada – dir-se-ia – é uma extensão de alvor; e parece dar mais ideia de festa do que exprimir propriamente fase do alvorecer. – Dilúculo é termo poético designando o romper do dia, o crepúsculo da manhã. – Crepúsculo (de crepusculum, de creperus “duvidoso, incerto, contingente”) (Sar.) é a meia-luz indecisa que preced